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O encenador, performer e professor independente JdR – João de Ricardo e a atriz e dramaturga Sissi Betina Venturin vem, desde 2004, frente à Cia. Espaço em BRANCO,  trabalhando na criação de espetáculos autorais que ampliam-se ao contato com as linguagens do vídeo, performance, dança, música e poesia, produzindo obras com dramaturgia e trilhas sonoras originais que conjugam arte e tecnologia.

O Cia. desenvolve a performance artística enquanto método de trabalho e pensamento estético e a pedagogia como forma de expandir as zonas de contato e interferência ativa junto à comunidade.

 

Os espetáculos investem na autonomia criativa dos artistas, na fisicalidade das atuações e na potência das imagens em cena, provocando o espectador enquanto um agente ativo e criador. O caráter pedagógico da arte teatral é desenvolvido enquanto processo de criação constante. A performance explode os limites entre as linguagens deixando emergir o movimento dos corpos.

 

Seu primeiro espetáculo, EXTINÇÃO – A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo recebeu reconhecimento de público e crítica, sendo agraciado com o Troféu Açorianos, da cidade de Porto Alegre – RS, de melhor atriz coadjuvante para Sissi Venturin. Foi citado pela imprensa como um dos espetáculos mais instigantes de 2004: “Extinção ventilou a cena teatral porto-alegrense, sempre tão voltada às produções comerciais” (Luiz Paulo Vasconcellos – Revista Aplauso), “Um grupo moderno e provocador” (Renato Mendonça – Zero Hora).

 

Em 2006, a Companhia foi premiada com o Edital de Ocupação do Teatro de Arena de Porto Alegre, concedido pela Secretaria Estadual de Cultura com objetivo de viabilizar a montagem de espetáculos inéditos. O grupo ocupou o Teatro de Arena por quase um ano, promovendo atividades diversas como shows musicais, encontros de discussão estética, e pode criar o espetáculo ANDY/EDIE, texto inédito do dramaturgo Diones Camargo e premiado no Concurso Nacional de Dramaturgia FUNARTE 2005, uma reflexão sobre POP ART e seus reflexos na cultura contemporânea.

 

Em 2008 venceu o Prêmio Palco Habitasul de Montagem Cênica, estreando em dezembro no Theatro São Pedro de Porto Alegre seu terceiro espetáculo, TERESA E O AQUÁRIO. A peça é o primeiro processo do grupo na investigação da performance arte. Cumpriu temporadas de sucesso em 2009 e 2010, esteve na programação dos Festivais “Porto Alegre em Cena”, “Caxias em Cena”, e “Janeiro de Grandes Espetáculos”, em Recife. EM TRÂNSITO é um monólogo sobre um sujeito preso num congestionamento, estreado em 2009, é produção autoral e independente com texto de João de Ricardo e primeira direção de Sissi Venturin.

 

No final de 2009 a Cia. estreou  ALICE, performance de Sissi Venturin livremente inspirada na obra de Lewis Carroll. Ainda foi premiada com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz criando então a performance  solo de JdR – João de Ricardo HOMEM QUE NÃO VIVE DA GLÓRIA DO PASSADO criada em parceria com o cineasta Bruno Gularte Barreto, que estreou em março de 2010.

 

Ainda em 2010 iniciou o processo de criação da ANATOMIA DA BONECA, espetáculo autoral de Andressa Cantergiani e JdR – João de Ricardo sobre o universo pop feminino financiado pelo FINANCIARTE de Caxias do SUL – RS.

 

Em 2013 estreou seu primeiro espetáculo de dança contemporânea POLARÓIDES MADE IN DANÇA, dirigido por Lisandro Bellotto. O projeto teve o financiamento do FUMPROARTE, de Porto Alegre – RS.

 

Em 2014 a Cia. comemorou dez anos de atividades lançando um bem sucedido projeto de financiamento coletivo no site CATARSE visando melhorias materiais em seus espetáculos de repertório que voltaram em cartaz.

 

Desde 2015 a Cia. Espaço em BRANCO participa, como residente do projeto Usina das Artes, promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre. Através das possibilidade de um trabalho a logo prazo em regime de atelier foi criado o CÉREBRO – Sede da Cia. Espaço em BRANCO na sala 504 da Usina do Gasômetro. Nele  foram criados 4 performances teatrais dirigidas por JdR através de

PHC: – Rodrigofagia   – Love me BOY KILL me MACHINE, Prata-Paraíso e A Metamorfose – Infestação).

 

Em 2017 a Cia. foi indicada a 4 categorias no Prêmio Açorianos de Teatro: Melhor Espetáculo, melhor direção , melhor Ator e melhor dramaturgia, pelo espetáculo Prata-PARAÍSO. Recebeu a distinção de MELHOR ESPETÁCULO e Melhor Ator para Andrew Tassinari.

 

Em 2018 a Cia. ganhou o edital Ponto de teatro, do Instituo LING e pôde realizar o espetáculo A FOME. O espetáculo recebeu prêmio de melhor Dramaturgia no Premio Açorianos 2018 e Melhor Atriz no Prêmio Braskem para Sissi Betina Venturin.

 

Em 2019 a Cia. foi contemplada com o edital TRANSIT, promovido pelo Goethe-INSTITUT Porto Alegre e estreou o espetáculo TOCAR PARAÍSO – a partir do texto de Thomas Köck. O trabalho foi indicado em dez categorias no Prêmio Açorianos 2019 recebendo as seguintes distinções: Melhor Espetáculo, Melhor Direção  para João de Ricardo e melhor atriz para Evelyn Ligocki. Neste ano a Cia. estreou também o espetáculo BAAL da Luz Vermelha em sua sede, o Cérebro.

Em 2020 a Cia. foi contemplada com o edital Ponto de Teatro, promovido pelo Instituto LING para montar o texto inédito no Brasil "Paradies Fluten" de Thomas Köck, dando prosseguimento à colaboração entre o dramaturgo e a Cia.

Atualmente a Cia. desenvolve o projeto Janelas Criativas que busca, através de oficinas e espetáculos online, levar conexões humanas e artísticas no contexto de isolamento social imposto pelo atual estado de pandemia mundial.